segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Serra e Kassab, dupla de incompetentes

Alagamento causa protesto no Jardim Romano

Por Thiago Braga e Aline Mazzo

Cansados de conviver com alagamentos a cada nova chuva, os moradores do Jardim Romano (zona leste de SP), na região do Jardim Pantanal, fizeram um protesto ontem. Cerca de cem manifestantes atearam fogo em móveis estragados pelos últimos temporais, em pneus e em entulho na rua Manoel Félix de Lima, uma das mais afetadas na região.

O protesto começou por volta das 11 horas e durou quase três horas. Revoltados, eles gritavam por "justiça". A Polícia Militar chegou ao local por volta do meio-dia e, pouco depois, a confusão se formou.
Fonte: Agora

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Serra, incompetente e enganador

Conceição Lemes: Falta de limpeza do Tietê compromete obra bilionária que prometia acabar com enchentes

Por Conceição Lemes

Experimente pesquisar as matérias sobre as enchentes de 8 de dezembro em São Paulo. Invariavelmente aparece este trecho do comunicado da Secretaria Estadual de Saneamento e Energia (SSE) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee): O Daee executa periodicamente o desassoreamento e a limpeza dos rios Tietê, Cabuçu de Cima, Tamanduateí e dos piscinões do ABC e Pirajuçara e que só neste ano já foram retirados 380 mil metros cúbicos de sedimentos.

Reportagem de O Estado de S. Paulo afirma:

Anualmente, o Estado gasta cerca de R$ 27,2 milhões para retirar 400 mil m³ de sedimentos somente do Tietê, num trecho de 40 km. São quatro contratos que determinam retirada de 32 mil m³ por mês, para evitar enchentes.

A secretária de Energia e Saneamento de São Paulo, Dilma Pena, é uma das entrevistadas. Assim como na reportagem do Agora, de 11 de dezembro :

Em 2009, segundo Dilma [Pena] foram retirados 380 mil m³ de detritos. Segundo especialistas em drenagem urbana, o ideal seria retirar 1 milhão de m³ .

Na reportagem Enchentes em São Paulo refletem falta de governo, publicada pelo Viomundo, o engenheiro Júlio Cerqueira César Neto aponta a falta do desassoreamento como uma das principais causas das inundações de 8 de setembro e 8 de dezembro na capital:

Na cidade de São Paulo, entre a barragem da Penha [Zona Leste] e o Cebolão [interligação entre as marginais Tietê e Pinheiros, Zona Oeste], o Tietê recebe aproximadamente 1,2 milhão de metros cúbicos de resíduos por ano. Se você deixar isso no fundo do rio, a capacidade dele diminui. E o que o Departamento de Águas e Energia Elétrica, o Daee do governo do Estado de São Paulo, tem feito? O Daee faz a limpeza, mas tira apenas 400 mil metros cúbicos por ano.

TEM CERTEZA DE QUE O DAEE LIMPA O TIETÊ ANUALMENTE?

O desassoreamento anual de 380 mil ou 400 mil metros cúbicos de resíduos (lixo, dejetos, erosão, material de terraplenagem) da barragem da Penha ao Cebolão tornou-se versão oficial. A informação não foi desmentida pela SSE nem pelo Daee. Os próprios especialistas acabaram acreditando nela. Entre eles, o professor Júlio Cerqueira César Neto, que foi professor de Hidráulica e Saneamento da Escola Politécnica da USP.

Mas será que realmente pelo menos os 380 mil ou 400 mil metros cúbicos de resíduos foram removidos em 2006, 2007 e 2008?

Uma primeira busca nos portais do Daee e da secretaria de Saneamento e Energia, nada a respeito.

Em dezembro de 2005, o alargamento e aprofundamento da calha do Tietê, iniciados em 2002, foram concluídos. A obra custou RS 1,7 bilhão (valor atualizado pelo IGD-DI).

Da barragem da Penha ao Cebolão (trecho principal do Tietê na capital, é o que transborda), o rio foi rebaixado em cerca de 2,5 metros; 9 milhões de metros cúbicos de lixo e terra foram removidos. Segundo o governo estadual, a probabilidade de inundação caíra de 50% para 1%. A obra foi inaugurada em 19 de março de 2006 pelo governador Geraldo Alckmin.

A partir daí, as referências encontradas em portais vinculados aos órgãos do governo do estado sobre desassoreamento do Tietê se relacionam ao edital de licitação, realizada em 18 de setembro de 2008, e a notícias sobre o andamento da obra.
Leiam a matéria completa Aquí

Fonte: Ví o mundo

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Momentos vergonhosos da Imprensa Nacional

2009: Um ano vergonhoso para a imprensa nacional

O ano de 2009 ficou marcado como o ano onde as redações dos maiores jornais do país ultrapassaram, em várias ocasiões, todos os limites de razoabilidade do direito de edição de notícias e posicionamento político em uma sociedade democrática. O manual do bom jornalismo foi totalmente enterrado e o que orientou as redações e seus jornalistas foram os interesses corporativos, empresariais e políticos dos donos das empresas, com a conivência e servilismo de jornalistas que até bem pouco tempo atrás ostentavam boa reputação e credibilidade.

A Folha de São Paulo foi o jornal que protagonizou os momentos mais vergonhosos desse ano, mas os demais jornais e revistas na maioria das vezes fizeram o papel sujo de repercutir e multiplicar factóides, sem a menor preocupação de checar fatos e fontes.

O BLOG DO LEN elenca abaixo o que achou ser os maiores absurdos da imprensa esse ano, sendo que alguns vão marcar negativamente a história deles definitivamente:

- O editorial da Folha de São Paulo chamando de “Ditabranda” o golpe militar de 64, que caçou direitos políticos, perseguiu, prendeu, torturou, matou e desapareceu com muitos brasileiros, inclusive jornalistas;

- O episódio em que a Folha de São Paulo publicou em pirmeira página uma ficha falsa do DOPS atribuida a ministra Dilma Houssef, conferindo a esta a alcunha de terrorista e atribuindo a ela vários crimes que não participou. A ficha foi criada por grupos neo-fascistas e exaustivamente repassada por spam da internet. Depois foi constatada sua falsidade por peritos, a Folha alem de publicar sem checar ainda não reconheceu o erro depois;

- A persistente tentativa de colar os escândalos do Senado, praticados na maioria por políticos da oposição, no governo Lula;

- O factóide Lina Vieira, em que o país foi enrolado em uma ciranda de todos os meios de comunicação que deram supervalorização a uma “denúncia” de uma reunião que não tinha testemunhas ou provas do seu acontecimento. Também nesse caso, mesmo depois de desmistificados, a imprensa não assumiu o erro, resumindo a apenas mudar de assunto;

- O apoio, a princípio velado e depois escancarado ao golpe militar que ocorreu em Honduras, com a patética tentativa quase que diária de tentar explicar o inexplicável, que o fato do presidente eleito ter sido retirado da cama e jogado fora do seu país por militares, que depois fechariam televisões e rádios e enfrentariam violentamente manifestações pacíficas, não se tratava de um golpe, mas uma operação “legalista”.

- O cúmulo do baixo lixo jornalístico foi a publicação pela Folha de São Paulo em um grande espaço cedido a um maníaco frustrado e mal amado, de um artigo com calunias grosseiras contra o presidente Lula, sem a menor checagem de informações, que conseguiu chocar até os seus adversários. Essa foi hours concours.

Isso fora a habitual politização de todo e qualquer fato com viés político de modo a atacar o governo Lula e a Ministra Dilma Houssef e isentar de culpa o Governador Serra e seus aliados, além da costumeira forma com que tentam esconder da opinião pública os elogios, títulos e prêmios conferidos ao Presidente Lula no exterior.

Tudo isso aconteceu em um ano e hoje a sensação que a gente tem é que estamos vendo o final lento e melancólico de um oligopólio que dominou as telecomunicações por muito tempo, e que gordo e sem mobilidade esbraveja e se contorce com a perda do poder, que é inevitável. Esse ano eles apressaram o seu fim, porque imprensa vive de credibilidade e a cada dia eles perdem mais. Viva a CONFECOM, o pontapé inicial para a gente construir uma mídia mais democrática, sem impérios, sem manipulações, apenas apara informar.
Fonte: Blog do LEN

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Serra, o enganador

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O piadista soteropolitano

ACM Neto entrou em desespero e conta a última piada do ano em Salvador.

Vejam se o "grampinho" é ou não é engraçadinho....

Leiam: ACM NETO NA CHAPA DE WAGNER? NÃO DÁ! PRA COMEÇAR ELE TEM UMA HISTORIA MAL CONTADA COM ARRUDA…
Fonte: Política com o dedo na ferida

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Dilma, a futura, é o terceiro mandato de Lula

'Novo desenvolvimentismo' de Dilma prega Estado forte

A plataforma de governo da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, será embalada pelo mote do "novo desenvolvimentismo". O modelo defendido pelos petistas para escapar do rótulo da mera continuidade do governo Lula mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda.

Embora o programa de Dilma ainda esteja em discussão, a cúpula do PT e o Palácio do Planalto já têm um diagnóstico: a nova concepção de desenvolvimento exige restabelecer o planejamento econômico de longo prazo e o papel do Estado forte.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer colar em Dilma o carimbo do "novo desenvolvimentismo" para enfrentar os espinhosos debates sobre gasto público com o PSDB do governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato ao Planalto. É com essa marca que Dilma vai aparecer na campanha. Até agora, os eixos do projeto sob análise do PT são ciência, tecnologia e inovação, pré-sal, meio ambiente e matriz energética, educação, reconstrução do sistema de saúde, programas de moradia, como o Minha Casa, Minha Vida, transporte de massas e saneamento básico.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), carro-chefe da propaganda de Dilma, não será tratado apenas como plano de obras, mas, sim, como "uma estratégia de desenvolvimento", como diz texto da corrente Construindo um Novo Brasil, hegemônica no PT. A meta do partido para os próximos anos é crescer de 6% a 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

O comando da campanha de Dilma está certo de que o PSDB vai atacar o governo com o discurso da gastança e já se prepara para o contra-ataque na área fiscal. A despesa de custeio da União saltou de R$ 23 bilhões, em 2002, para R$ 32 bilhões, em 2008 - cifra equivalente à inflação do período, de 40% -, mas economistas do governo garantem que esses gastos tiveram crescimento porcentual muito superior na gestão tucana em São Paulo, na mesma época.

No duelo com o PSDB, o Planalto pretende derrubar a pecha de gastador invertendo a lógica do argumento pejorativo. Dilma dirá que a maior despesa foi com o pagamento de benefícios sociais, vinculados ou não ao salário mínimo - como Bolsa-Família, aposentadorias, pensões e seguro-desemprego -, melhorando a distribuição de renda e o mercado de consumo de massas.

Para o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), a campanha petista mostrará que o Brasil pode ser a quinta economia do mundo. "Depois de resolver o impasse macroeconômico e estabelecer o paradigma de que é possível distribuir renda crescendo, queremos dar um salto", disse Berzoini.
Fonte: IG

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Lula trabalhando para o Brasil

Classes D e E puxam vendas neste Natal

Por Débora Melo

Os shoppings do país registraram no Natal deste ano um crescimento real (descontada a inflação) de 7% na receita com as vendas, na comparação com o Natal do ano passado. A informação é da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings).

Para o presidente da entidade, Nabil Sahyoun, os motivos do crescimento foram a entrada das classes D e E no mercado, o aumento da confiança do consumidor, a oferta de crédito com juros mais baixos e os incentivos fiscais concedidos a alguns setores.
Fonte: Agora

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Kassab "sifú"

Cai a taxa de aprovação à gestão do prefeito Kassab em SP, revela Datafolha

Pesquisa realizada pelo Datafolha aponta uma queda na taxa de aprovação ao governo de Gilberto Kassab (DEM), prefeito de São Paulo, revela reportagem de José Ernesto Credendio, publicada neste domingo na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). A aprovação a Kassab caiu de 46% (ótimo/bom), que obteve em maio, para 39%.

Realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, a pesquisa ouviu 1.088 moradores da capital com mais de 16 anos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento não aponta o reflexo do aumento da tarifa de ônibus, anunciado na semana passada.

Em 2009, Kassab enfrentou outros desgastes: como crises na merenda, na limpeza da rua, o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), e o efeito das enchentes.

O levantamento revela ainda que chega a 27% os que classificam o governo Kassab como ruim/péssimo, enquanto 33% consideram sua gestão regular.
Fonte: Folha Online

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feliz Natal aos amigos

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sábado, 19 de dezembro de 2009

Serra e Arruda em Copenhague

LONGE DOS HOLOFOTES (E DAS ALGEMAS) – SERRA E ARRUDA EM COPENHAGUE

por LAERTE BRAGA

É visível o esforço que o governador de Minas Aécio Pirlimpimpim Neves está fazendo para dissimular o ódio (ódio sim) ao governador de São Paulo José Jânio Serra. As notícias de explosões de raiva em ambientes palacianos ultrapassaram esses ambientes. Aécio foi posto, literalmente, na parede por Serra. Ou desistia de disputar a indicação presidencial com Serra, ou notas “jornalísticas” dos muitos Juca Kfoury que existem por aí iriam mostrar a dependência do governador mineiro em relação à cocaína.

Minas inteira sabe disso e o Mineirão cantou isso em coro num jogo Brasil e Argentina em meados do ano que passado. O que menos importa neste momento é se Aécio como disse o Mineirão “cheira mais que Maradona”. O que mais importa, neste momento, é o caráter chantagista de um dos políticos mais perversos e perigosos de toda a história recente do País, José Jânio Serra.

Corrupto, autoritário, paga o preço que for preciso, qualquer preço, para ser o próximo presidente da República. Não tem um pingo de escrúpulos, ou respeito por qualquer coisa que seja, por quem quer seja, que não ele próprio.

Do jeito dos grandes chefes mafiosos José Serra embarcou para Copenhague com a senadora do DEM Kátia Abreu e um único objetivo real. O de enquadrar o governador de Brasília José Roberto Arruda, uma espécie de pulga que havia se atrevido a chantageá-lo, como fez ele Serra com Aécio. Arruda mandou avisar a Serra que se continuasse a sistemática campanha para o seu impedimento, principalmente no JORNAL NACIONAL, cairia, mas levaria todo mundo com ele.

Copenhague foi o centro das atenções do mundo nessa semana que termina. Serra não tinha, nem tem o que dizer a Copenhague, ao mundo ou ao Brasil e aos brasileiros. É um FHC que não dissimula raiva e atira pelas costas sem a menor preocupação de remorso, nem sabe o que é isso.
Foi lá para exibir-se e liquidar a fatura Arruda. Kátia Abreu, senadora que responde a processos por corrupção, é do DEM, partido de Arruda, foi como pistoleira para o acerto de contas, devida e antecipadamente paga.

Sem saída, pelo menos até que se descubra o que de fato aconteceu em Copenhague e deve ter acontecido um acerto, Arruda é ladrão de galinhas perto de Serra, o governador de São Paulo adicionou um “extra” ao JORNAL NACIONAL (já está comprado desde que começou, há quarenta anos) e acertou pequenos extras com outras empresas, pequenas empresas, para deixar o assunto Arruda morrer. Não interessa a ele nem que se fale tanto no caso e nem que o governador caia atirando.

O acerto com Arruda em Copenhague é para que ele caia e não atire. Leve uma compensação qualquer, para ficar quieto. Dinheiro não falta. Essa gente representa o que há de pior no País (a elites paulista FIESP/DASLU), o latifúndio, os banqueiros, os interesses dos Estados Unidos na Amazônia, no pré-sal e em instalar bases militares no nosso País. Não se trata de mala propriamente dita, mas de imensos baús repletos de dólares para comprar o que for preciso e eliminar obstáculos à chegada do mafioso tucano à presidência da República.

Se Arruda resolver ou resolveu dar uma de herói, azar dele. Vai ser jogado às feras, devorado em seu próprio partido e sair de mãos abanando, quer dizer, só com o que já levou.

O próximo passo de Serra é tentar mostrar a Aécio, através de terceiros, que é um bom negócio ser senador e pode até, quem sabe, virar vice do algoz e esperar um pouco mais. Vice e nada nesse caso é a mesma coisa. Se Aécio vai engolir isso ou não é outra história. Aécio é do tipo também que não tem nem princípios e muito menos condições de decidir assuntos dessa relevância já que vive em Alfa. Quem escolhe a gravata dele é a irmã, não há necessidade de perguntar no twitter como faz o venal William Bonner se alguém quer bom dia.

O risco de Serra é Aécio fazer corpo mole em Minas, deixar a coisa rolar livre e Minas é o segundo colégio eleitoral do Brasil, decisivo para as pretensões criminosas de José Jânio Serra. Mas como há muitos interesses cruzados, muito dinheiro em jogo e tucano vive disso, trapaça, corrupção, chantagem, Aécio é só um cadáver político insepulto.

Virou um Eduardo Azeredo da vida.

De quebra ainda carrega um mala sem alça, Itamar Franco. Pode vir a ser a saída do governador para enfrentar o ministro Hélio Costa, uma espécie de vingança contra Serra e contra a GLOBO, já que o Costa (que ganhou a convenção do PMDB em Minas) é ministro da GLOBO.

É o que chamam de jogo político, de manobras. É só um monte de fatos repugnantes que mostram o estado pútrido do chamado institucional. Gilmar Mendes presidindo o que chamam de Corte Suprema (há ministros dignos). Temer (doublé de tucano/PMDB com laivos petistas e o resultado disso é quero o meu) que já foi encurralado por Serra em pequenas denúncias que podem virar grandes manchetes escandalosas de jornais e redes de tevê compradas pelo tucano (GLOBO, BANDEIRANTES, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, etc).

Por pior que possa parecer e por mais ofensivo que isso possa soar, ou baixo, Serra, como FHC, ou qualquer tucano, repito qualquer tucano, privatiza mãe ou terceiriza, se por trás do negócio estiver uma gratificação de pelo menos 20%.

Não é um partido, o PSDB, é uma quadrilha que traz a reboque o que há de mais atrasado na política brasileira, o DEM, antigo PFL, antigo PDS, antiga ARENA dos tempos da ditadura militar.

O golpe em Aécio, o acerto de contas com Arruda em Copenhague, as manchetes obtidas em noticiários de tevê, JORNAL NACIONAL principalmente, foi como se tivéssemos com métodos diversos, mas efeitos semelhantes (você pode achar que está morto e está vivo, e pode estar vivo, mas estar morto, caso de Aécio), foi como se tivéssemos o episódio da Noite de São Valentin, onde numa garagem, Al Capone eliminou seus concorrentes de uma só feita.

Resta saber se os brasileiros vão cair no conto do governador “eficiente” de São Paulo alagada, de obras superfaturadas, de uma elite fantasmagórica e fétida que pretende numa simples assinatura de “escritura” mudar a grafia da palavra BRASIL para BRAZIL.

Foi o que FHC começou a fazer é o que Serra quer terminar…

E foi fazer o acerto final longe dos holofotes (e das algemas), numa conferência onde se buscava uma solução, ou um caminho para salvar o planeta da devastação do “progresso” capitalista.

É o jeito deles, passam um filme bonitinho, mas são ordinários. Cínicos à perfeição.
Fonte: Vi o mundo

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Política higienista do prefeito Gilberto Kassab


Prefeitura corta 4 mil vagas em albergues em SP; movimentos sociais e especialistas criticam

Câmara Municipal cria frente parlamentar para acompanhar situação dos moradores de rua. Para ativistas, política higienista do prefeito Gilberto Kassab acentua exclusão

Por Jessica Santos e Suzana Vier

A possibilidade de não encontrar vaga em albergues para moradores de rua ou pessoas em situação de rua é cada vez maior em São Paulo, com o fechamento de seis albergues, extinção de 4 mil vagas e a restrição de acesso às vagas que restam.

A reportagem da Rede Brasil Atual acompanhou a acolhida (recepção) em dois albergues do centro de São Paulo no fim da tarde da terça-feira (15). Ouviu moradores de rua que temem ficar sem lugar para dormir, se alimentar, tomar banho e lavar roupa. "A gente não 'tá' aqui porque quer. Eu desencontrei da minha família em Santos, vim parar em São Paulo e fiquei sem ter para onde ir", lamenta Raimundo, de 20 anos.

Jessé, de 27, há onze meses nas ruas da capital, espera sua vez para tentar uma pernoite no albergue, mas já adianta que muitas vezes dorme na rua por falta de vagas. "Aí, só 'turbinando' pra aguentar frio, chuva, barulho, trânsito, gente passando, polícia, sabe como é, né?", exclama, referindo-so ao consumo de bebidas alcoólicas.

"Pior mesmo é quando eles [do albergue] chamam a polícia pra bater na gente, porque ficamos aqui no viaduto. A gente sabe que o prefeito não quer que se veja morador de rua no Centro", descreve. Às 19h30, Jessé ainda não havia conseguido um lugar para passar a noite e se alimentar.

Alex, 43 anos, veste roupas limpas, tem debaixo do braço uma bolsa pequena, semelhante às de uma academia de ginástica, na qual guarda suas roupas. Ele trabalha durante o dia e procura o albergue à noite, por falta de condições de manter uma moradia. Segundo ele, a apreensão entre a população de rua é grande, principalmente nos últimos meses, desde que surgiram informações de que a prefeitura vai restringir o acesso a albergues em toda a cidade.

Ele expressa grande preocupação, porque acredita que vai conseguir um lugar para ficar em breve mas, até lá, precisa do albergue. "Eu vou ter moradia logo. Mas preciso de lugar pra dormir, pra não desandar tudo". Alex explica que é muito difícil conseguir emprego sendo morador de rua, por isso é preciso um lugar "pra tomar banho, cuidar da roupa, dormir, ter algo no estômago".

De acordo com Robson Cesar Correia de Mendonça, ex-morador de rua e coordenador geral do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo, cerca de 20 mil pessoas estão em situação de rua na capital. Problema que tente a piorar, caso a prefeitura realmente imponha novas regras para acesso aos albergues. “Temos informações de que só deficientes físicos e pessoas com mais de 60 anos vão ter atendimento”, afirma. “Serão mais 4.500 pessoas dormindo nas ruas diariamente”, avalia.

Desmonte
"Estamos vendo um desmonte lento dos serviços de assistência social para a população de rua e crianças", afirma Alderon Pereira da Costa, editor do jornal 'O Trecheiro', que retrata a situação de moradores de rua.

"Sabemos que a Secretaria Municipal de Assistência Social vai soltar uma portaria com nova regulamentação para o atendimento à população de rua. E nela estariam sérias restrições para utilizar albergues, por exemplo", cita Costa. Segundo ele, o abrigo mantido pela Associação Evangélica Brasileira, na Avenida Brigadeiro Luís Antonio, onde estão 83 pessoas, entre elas 33 crianças, já foi formalmente comunicado de fechamento.

Entretanto, ainda não há um lugar para transferir as pessoas. "É um equívoco muito grande desse governo [Kassab]. Ele está fragilizando a assistência social e usando a PM [Polícia Militar] e a GCM [Guarda Civil Metropolitana] para expulsar os moradores do centro. Quem fica sofre violência", denuncia.

O vereador Chico Macena (PT-SP), em entrevista à Rede Brasil Atual, condenou as ações da prefeitura em relação aos moradores de rua. "A prefeitura fechou seis albergues na região central de São Paulo e está fazendo tudo para mandar os moradores de rua para a periferia. É um erro, porque a sobrevivência deles está relacionada a pequenos trabalhos no centro de São Paulo", dispara. "Não adianta albergue na periferia". Segundo Macena, só no centro da capital foram fechadas 4 mil vagas em albergues.

O desmantelamento da estrutura de assistência social e a falta de assistência à população de rua levou a Câmara Municipal de São Paulo a criar uma Frente Parlamentar em Defesa da População de Rua.

A ideia é discutir os problemas dos moradores de rua. "Nós temos uma legislação municipal que estabelece política de acolhimento, atendimento na área de saúde, psicológica, atendimento a drogadito e uma política para retirar a população da situação de rua, dando condições com políticas de geração de renda", explica Macena.

Entretanto, a legislação está sendo descumprida e os moradores estão desassistidos, afirma o parlamentar. "Tivemos situações recentes em que a prefeitura mandou jogar água nos moradores de rua no Centro. Colocaram ferro no meio dos bancos para impedir que as pessoas dormissem. Estão fechando albergues. Isso não é política pública".

Mendonça, do Movimento Estadual de População em Situação de Rua, denuncia que a PM passará a prender os moradores de rua que estiverem deitados ou dormindo nas calçadas, com base na antiga 'lei da vadiagem'. "A partir de janeiro, quem estiver dormindo na rua será preso".
Leiam a matéria completa Aquí.
Fonte: Rede Brasil Atual

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Serra, um bicão em Copenhague

Onde estava o Serra?


Foto publicada na versão digital do New York Times por volta das quatro da tarde, horário de Nova York


Índia e China de um lado.

Brasil e Estados Unidos de outro.

Onde está o Serra nesta foto?

PS: Será que essa foto vai sair na mídia brasileira?

PS2: O texto do New York Times diz que o primeiro-ministro da China esnobou o presidente dos Estados Unidos duas vezes, antes de se reunir com ele no encontro fotogrado acima. Sim, a ministra Dilma participou, como integrante da delegação brasileira.

Fonte: Vi o mundo

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Lula na COP-15

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Imprensa que não cumpre seu papel também é responsável pelo caos em São Paulo

Ricardo Kotscho: a mídia é boazinha quando a enchente é do Kassab

No tempo das prefeitas Luiza Erundina e Marta Suplicy, os repórteres eram implacáveis. Mas agora, na gestão demo-tucana --que levou exatamente uma semana para ir à região onde as ruas de seis bairros continuam tomadas pelas águas do rio misturadas ao esgoto-- o prefeito Kassab e o governador Serra foram poupados de dar maiores explicações. A análise é do jornalista Ricardo Kotscho, publicada no blog Balaio do Kotscho e reproduzida abaixo:

Vocês devem se lembrar das cenas toda vez que chovia forte na cidade: gravadores e microfones enfiados em suas bocas, elas eram seguidas pelas câmaras por onde andavam para ver os estragos provocados pelas enchentes.

Os repórteres queriam saber: “E agora, prefeita? O que a Prefeitura vai fazer? Como a situação chegou a este ponto? Que providências foram tomadas para evitar estes problemas?”

No tempo das prefeitas Luiza Erundina e Marta Suplicy, os repórteres eram implacáveis, marcavam corpo a corpo, cobravam o poder público, como é sua função.

Lembrei-me destas cenas antigas quando li hoje no jornal que “Prefeitura estuda usar bombas para drenar a água”, uma semana depois da enchente que deixou alagados vários bairros da zona leste, às margens do rio Tietê.

Pois levou exatamente uma semana para o prefeito Gilberto Kassab ir à região do Pantanal, onde as ruas de seis bairros continuam tomadas pelas águas do rio misturadas ao esgoto: Chácara Três Meninas, Vila das Flores, Jardim São Martinho, Vila Aimoré, Vila Itaim e Jardim Romano.

Até então, a cobertura se limitou a ouvir as vítimas e técnicos e especialistas em enchentes ensinando que, como se trata de uma área de várzea, iria demorar mesmo para as águas voltarem ao leito do rio. O prefeito Kassab e o governador Serra foram poupados de dar maiores explicações.

Nesta terça-feira, bem abrigado na sede da subprefeitura de São Miguel Paulista, “durante os 40 minutos em que esteve na região, Kassab conversou com moradores, ouviu reclamações, falou do projeto do parque que será construído na região e da transferência das famílias”, segundo informa a Folha.

O prefeito ficou sabendo que entre 3.500 e 7.500 famílias precisam ser retiradas das áreas de risco, mas o cadastramento só começa na próxima semana e a transferência, prevista para 2012, foi antecipada para o ano que vem. Os moradores se queixaram que precisam esperar até quatro horas na fila do posto de saúde no Jardim Romano, carregando seus filhos com doenças provocadas pelas inundações.

Ao final da reunião, Kassab informou que a Prefeitura está estudando a colocação de bombas para drenar a água da enchente. “Muito possivelmente”, explicou, a água será bombeada para caminhões-pipa. Se esta era a solução possível, porque o trabalho de drenagem não começou a ser feito já na semana passada?

Diante das cenas de sofrimento dos moradores do Jardim Pantanal e dos bairros atingidos pela enchente na zona leste, caminhando com água pelo joelho para salvar os móveis das suas casas e levar os filhos ao médico, os problemas enfrentados pelos meus vizinhos do Jardim Paulista ficam tão pequenos, ridículos, insignificantes, que não temos nem o direito de ficar de mau humor (tema do post anterior deste Balaio) nestes dias que antecedem o Natal.

Para piorar o quadro, que ninguém espere não ver mais as mesmas cenas em 2010. Antes que o dia acabasse, a Câmara Municipal, controlada pelo prefeito, cortou as verbas previstas no orçamento para obras antienchente, incluindo os investimentos em áreas de risco e canalização de corregos.

As áreas de risco perderam R$ 1 milhão e R$ 70 milhões foram cortados da canalização de córregos. Mas a verba de publicidade foi mantida: R$ 126 milhões.

Se você não aguenta mais ver as imagens das enchentes paulistanas nos telejornais, é melhor deixar a TV ligada só nos intervalos comerciais mostrando uma São Paulo que é só beleza.
Fonte: Vermelho

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Frase - Antonio Donato (PT)

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"É muita falta de respeito e de sensibilidade manter uma verba recorde para a publicidade e tirar dinheiro da canalização de córregos. Temos um bairro inteiro ainda alagado na zona leste e o prefeito tira verba do combate às enchentes"

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